O Banco Central (BC) divulgou nesta quinta-feira (25), o relatório de política monetária (RPM) do terceiro trimestre de 2025, onde constam informações sobre a redução de estimativa do PIB (Produto Interno Bruto) neste ano. Os resultados mostraram queda de 2,1% para 2% como estimativa de crescimento.
Conforme informações do g1, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou em 2024 um aumento de 3,4% na economia brasileira.
No entanto, as projeções do Banco Central para 2026, ano de eleições presidenciais, mostram que a expansão do PIB deve chegar a 1,5%, o pior resultado em cinco anos.
Outra reportagem do g1 mostrou que o Banco Central se manifestou em relação à estimativa para 2026. “A projeção considera a manutenção da política monetária em campo restritivo, o baixo nível de ociosidade dos fatores de produção, a perspectiva de desaceleração da economia global e a ausência do impulso agropecuário observado em 2025.”
Durante a coletiva de imprensa realizada pelopróprio órgão, nesta quinta-feira (25), o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou: “Tínhamos bastante clareza de que este momento seria até mais complexo do ponto de vista do nosso trabalho do que a própria elevação da taxa de juros. Tínhamos convicção de que seria necessário, a partir do momento em que chegamos a uma taxa de juros em que interrompemos o ciclo de alta para produzir a convergência, enfrentar este cenário que propõe desafios.”
O relatório divulgado pelo BC diz ainda que o “hiato do produto” continua positivo, mostrando o crescimento da economia sem provocar aumento da inflação.
Segundo o Invest Talk, economistas costumam usar o “hiato do produto” para efetuar análises econômicas. O indicador também é utilizado pelos bancos centrais.

