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Geopolítica

Trump afirma que operações contra venezuelanos agora “vão incluir terra”; entenda

Segundo Washington, as ações são para combater o narcotráfico

Trump declara espaço aéreo venezuelano “fechado”

Nesta quinta-feira (27), o presidente dos EUA, Donald Trump, informou que os que o país vai ampliar as ações contra supostos narcotraficantes venezuelanos, não apenas no mar, mas também em terra firme.

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A declaração afirma que a nova fase terá como alvo rotas de drogas provenientes da Venezuela parecendo disposta a agir diretamente no território venezuelano, não apenas contra quem tenta entrar nos EUA.

Desde setembro de 2025, a Marinha dos EUA já realizou dezenas de ataques a embarcações no Caribe e no Pacífico, alegando que transportavam entorpecentes. Essas ações, classificadas por Washington como parte de uma guerra ao “narcoterrorismo”, geraram mortes e intensificaram a presença militar americana na região.

A postura do governo norte-americano provocou uma escalada nas tensões com o governo da Venezuela, liderado por Nicolás Maduro, que afirma que qualquer iniciativa de intervenção será vista como agressão à soberania nacional.

Caracas mobilizou forças militares e alertou para consequências graves caso os EUA avancem com operações em solo venezuelano. As informações são da Agência Brasil.

Tensão entre EUA e Venezuela

A tensão entre Washington e Caracas cresceu porque o governo dos EUA acusa grupos vinculados ao poder venezuelano de usar o país como rota para tráfico de drogas, especialmente cocaína. A estratégia de combater essas redes passou a incluir não apenas ações marítimas, mas também o planejamento de operações em terra, o que leva à hipótese de incursões dentro da Venezuela.

Para reforçar a ofensiva, os EUA lançaram uma força-tarefa no Caribe que inclui navios de guerra, caças, submarinos e unidades especiais.

Esse aparato militar é muito maior do que o necessário apenas para interceptações em alto mar, o que alimenta suspeitas de que a atuação pode se expandir para incursões terrestres.

Autoridades americanas admitiram que uma das opções em análise é remover o atual governo venezuelano, embora não exista até agora uma confirmação pública de planos formais de invasão ou ocupação.

Mas a designação de supostos cartéis como “terroristas”, combinada com o uso de meios militares, sugere que o governo busca criar bases legais e logísticas para eventual ação mais ampla

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