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Política

Senado mantem veto e rejeita equiparação de aumentos salariais na Câmara

Para o Executivo, essa comparação entre os benefícios não pode ser feita

Confira votações no Congresso que moldaram o ano de 2025

O Congresso decidiu na última quinta-feira (04) manter a decisão que impede (Veto 32/2024) que os servidores da Câmara tenham seus aumentos salariais calculados da mesma forma que os reajustes gerais dados aos demais funcionários públicos federais.

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Na prática, isso significa que os reajustes recebidos pela categoria em 2026 e 2023 não serão vinculados às regras usadas para o restante do serviço público, como alguns servidores defendiam. As informações são do Senado Notícias.

O governo tinha barrado um trecho do projeto de lei 3.159/2024 que mexia na forma como os servidores da Câmara recebem seus salário. Esse PL virou lei em setembro (14.983/2024).

O ponto vetado foi justamente o que pretendia comparar os aumentos salarias dos servidores públicos. Para o Executivo, essa comparação não poderia ser feita porque não está prevista na Constituição.

A nova lei garante que as chamadas vantagens pessoais nominalmente identificadas (VPNIs) não podem ser diminuídas ou anuladas quando houver mudanças na estrutura de cargos, alterações salarias e reajustes.

As VPNIs funcionam como uma comparação. Sempre que alguma gratificação ou benefício salarial deixa de existir, o valor correspondete continua sendo pago ao servidor na forma de VPNI, para que não haja perda de renda.

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