O Orçamento de 2026 foi aprovado, nesta última sexta-feira (19), pelo Congresso Nacional em sessão conjunta. O texto, que segue agora para sansão presidencial, prevê que seja destinado R$ 61 bilhões para emendas parlamentares dos R$ 6,543 trilhões totais.
O valor aprovado para emendas é 21% maior em relação ao que foi aprovado em 2025, o que corresponde a R$ 11 bilhões a mais, segundo o UOL. Além disso, neste ano, os recursos devem ser liberados de forma mais rápida, conforme a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).
Como será a distribuição do montante
De acordo com o UOL, o montante será dividido entre diferentes objetivos:
R$ 26,6 bilhões para as emendas individuais;
R$ 11,2 bilhões para as emendas de bancada (após algumas exclusões);
R$ 12,1 bilhões para as emendas de comissão; e
R$ 11,1 bilhões por meio de emendas de modificação feitas pelo relator-geral do Orçamento.
Segundo a Agência Senado, no âmbito das emendas parlamentares, a maior parte dos recursos, R$ 34,5 bilhões, será destinada às emendas impositivas, que têm pagamento obrigatório pelo governo.
Como já explicado pelo O Brasilianista, o Orçamento da União para 2026 estima que no próximo ano as contas públicas tenham um superávit de R$ 34,5 bilhões, com teto máximo de gastos de R$ 2,393 trilhões.

