Com a chegada do fim de ano, o orçamento das contas públicas precisa ser definido pela União e aprovado pelo Congresso Nacional para o próximo exercício. O documento detalha a previsão de arrecadação e a programação dos gastos, além de observar as regras fiscais vigente, como os limites para as despesas públicas.
Os conceitos de déficit fiscal e superávit aparecem como índices importantes para analisar o cenário econômico. Além disso, serve como ferramenta para fiscalizar as contas públicas, segundo a Agência Senado.
O superávit acontece quando o resultado das contas do governo é positivo, ou seja, quando as receitas superam as despesas impostas no orçamento anual e o governo conseguiu economizar durante um período. Em 2026, estima-se um superávit de R$ 34,5 bilhões do dinheiro público.
A economia de dinheiro é uma meta dos governos porque indica que as contas públicas estão com os recursos mais equilibrados, bem como demonstra preparação para investimentos. Além disso, contribui para a redução da dívida pública e ajuda a promover a estabilidade da economia.
De acordo com o Senado Federal, o déficit fiscal acontece quando as despesas são maiores do que a arrecadação total. Essa arrecadação vem de impostos, de aluguéis e venda de bens, prestação de alguns serviços, venda de títulos do Tesouro Nacional e recebimento de indenizações, assim como afirma a Controladoria-Geral da União.
Os indicadores que refletem o desempenho das contas públicas não influenciam apenas no cenário interno, mas também a economia externa. Segundo a Agência de Notícias da Indústria, a divulgação desses números pode mudar a percepção dos investidores quanto à sustentabilidade da dívida pública e as perspectivas de outros fatores econômicos, como a inflação.

