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Economia

Receita vai medir efeito de novos impostos sobre fintechs e apostas a partir de 2026

As fintechs, tiveram a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) elevada gradualmente

Receita vai medir efeito de novos impostos sobre fintechs e apostas a partir de 2026

A Receita Federal informou que só a partir de 2026 será possível dimensionar, com mais precisão, quanto os novos impostos sobre fintechs, apostas on-line (bets) e Juros sobre Capital Próprio (JCP) vão acrescentar aos cofres públicos.

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As mudanças aprovadas recentemente não produzem impacto imediato, porque parte das novas cobranças passa a valer após um período mínimo de 90 dias. Por isso, os efeitos práticos tendem a aparecer apenas no próximo ano. As informações são do portal InfoMoney.

No início de 2026, durante a elaboração do primeiro decreto orçamentário do ano, a Receita planeja reavaliar todas as estimativas. Nesse momento, entram no cálculo fatores como consumo das famílias, desempenho das empresas e cenário macroeconômico.

O que muda nas cobranças?

A alíquota, que era de 9%, começou a subir e chegará a 15% nos próximos anos. Já as empresas de apostas terão aumento na taxação sobre a receita bruta dos jogos, enquanto o JCP, mecanismo usado por empresas para remunerar acionistas, passou a sofrer Imposto de Renda maior na distribuição.

Como essas regras entram em vigor de forma escalonada, a Receita avalia que 2026 será o primeiro ano com dados completos para medir o impacto real dessas mudanças.

A expectativa do Fisco é que a arrecadação acompanhe o desempenho da atividade econômica. Em termos simples:

  • se empresas e consumidores movimentarem mais dinheiro, a arrecadação tende a crescer;
  • se o ritmo da economia desacelerar, o efeito também aparece nos tributos recolhidos.
  • Essa relação ajuda o governo a projetar receitas com mais segurança, já que os impostos incidem diretamente sobre operações financeiras, consumo e lucro das empresas.

Técnicos legislativos estimam que o conjunto dessas medidas pode gerar mais de R$ 22 bilhões adicionais em 2026, somando fintechs, apostas, JCP e cortes de incentivos.

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