O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, se pronunciou neste sábado (03) sobre o ataque militar dos Estados Unidos à Venezuela. Ele condenou a ação e reafirmou que o Brasil está pronto para ajudar.
Por meio de uma publicação nas redes sociais, Padilha deixou claro que o país defende a paz na região e oferece o Sistema Único de Saúde (SUS) para tratar eventuais feridos do conflito.
Ataque gera preocupação internacional
Segundo o jornal Metrópoles, o incidente envolveu a captura de líderes venezuelanos, incluindo o presidente Nicolás Maduro. A ação causou grande repercussão e levantou alertas sobre os impactos humanitários, especialmente para civis e militares que possam ter sido atingidos.
SUS pronto para atuar
Padilha explicou que o apoio brasileiro soma com hospitais e equipes médicas do SUS, que estão preparados para atender vítimas. O suporte engloba estrutura para tratamento, incluindo transporte, atendimento hospitalar e acompanhamento de casos graves.
”Nós, do Ministério da Saúde, sempre queremos e trabalhamos pela paz”, disse o ministro em seu perfil no X (antigo Twitter) . “Nada justifica conflitos terminarem em bombardeio”, completou.
Roraima, ponto de apoio estratégico
O ministro lembrou que o estado de Roraima, na fronteira com a Venezuela, já atende refugiados venezuelanos há anos. De acordo com ele, em suas redes sociais, o SUS local já tem absorvido os “impactos da situação da Venezuela” diz.
Entenda o que aconteceu
De acordo com o jornal G1, na manhã deste sábado (03), a fronteira do Brasil com a Venezuela, em Pacaraima, Roraima, foi totalmente fechada como medida de segurança após um ataque militar em grande escala realizado pelos Estados Unidos contra o território venezuelano.
A operação, anunciada pelo presidente norte-americano Donald Trump, envolveu a captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, que teriam sido retirados do país por via aérea.
Leia o post completo de Padilha:
Nós da Ministério da Saúde sempre queremos e trabalhamos pela PAZ. Nada justifica conflitos terminarem em bombardeio. Guerra mata civis, destrói serviços de saúde, impede o cuidado às pessoas. Quando acontece em um país vizinho, o impacto é múltiplo para o nosso povo e sistema de saúde. O Ministério da Saúde e o SUS Roraima já absorvem impactos da situação da Venezuela.
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