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Geopolítica

China e Rússia pedem que EUA liberte Maduro o mais rápido possível

As falas ocorreram durante a reunião extraordinária da ONU

China e Rússia pedem que EUA liberte Maduro o mais rápido possível

Durante a reunião extraordinária do Conselho de Segurança da ONU realizada na última segunda-feira (15) sobre os ataques dos Estados Unidos à Venezuela, representantes da China e Rússia na organização pediram a libertação imediata de Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, e sua esposa.

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Para o embaixador chinês, Fu Cong, de acordo com o InfoMoney, a China está chocada com a ação e chamou a medida de “atos ilegais e bullying”. Ele também reiterou sua preocupação para possíveis bloqueios comerciais e dominância americana na produção de petróleo venezuelana.

Já o representante da Rússia, Vasily Nebenzya, disse que o ataque é uma falta de respeito às leis internacionais e ao princípio da não intervenção em assuntos internos de outros países.

O Brasil, que também discursou na reunião, condenou os ataques e o representante afirmou que a exploração de recursos naturais não justifica o uso da força ou a mudança ilegal de governo. Além disso, essa ação abre um precedente perigoso para a comunidade internacional.

Maduro e sua esposa foram levados até os EUA, em Nova York, e aguardam o andamento do processo em reclusão. Na primeira audiência, o ex-presidente se declarou inocente das acusações.

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