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Política

Análise: O potencial eleitoral dos ministros candidatos

Desincompatibilização acelera rearranjos governamentais antes da disputa, abrindo caminhos para novas estratégias partidárias

Resumo do noticiário: Brasília e estados intensificam articulações para 2026

O pedido de demissão de Ricardo Lewandowski do Ministério da Justiça e Segurança Pública foi o marco inaugural de mudanças importantes que ocorrerão na Esplanada. A expectativa é de que outros 21 ministros saiam do governo por conta das eleições de outubro. Como o prazo-limite de desincompatibilização é 3 de abril, quem quiser concorrer deixará o governo nos próximos meses.

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Dos 21 ministros que podem ser candidatos, oito devem concorrer a deputado federal: Gleisi Hoffmann (PT); Jader Filho (MDB); Paulo Teixeira (PT); Anielle Franco (PT); André de Paula (PSD); Sônia Guajajara (PSOL); Wolney Queiroz (PDT); Luiz Marinho (PT). Desses nomes, cinco têm boas possibilidades de serem eleitos(as).

Três ministros podem concorrer a governador: Renan Filho (MDB), em Alagoas; Camilo Santana (PT), no Ceará; Geraldo Alckmin (PSB), Fernando Haddad (PT) ou Márcio França (PSB), em São Paulo.

Temos ainda 11 ministros que podem concorrer ao Senado: Geraldo Alckmin (PSB); Fernando Haddad (PT); Simone Tebet (MDB); Márcio França (PSB); Alexandre Silveira (PSD); Carlos Fávaro (PSD); Silvio Costa Filho (Republicanos); Rui Costa (PT); André Fufuca (PP); Marina Silva (Rede); e Waldez Góes (PDT). Dos possíveis nomes, seis são competitivos e podem se eleger.

Este trecho é um recorte do Política Brasileira desta semana. Leia na íntegra.

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