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Economia

Falta de tecnologia freia Brasil apesar de ter a 2ª maior reserva de terras raras

O país concentra 23% das reservas de minerais encontradas na crosta terrestre

Falta de tecnologia freia Brasil apesar de ter a 2ª maior reserva de terras raras

Nos últimos anos, governos ao redor do mundo passaram a intensificar os debates sobre a exploração de terras raras, consideradas essenciais para setores da tecnologia. O Brasil aparece como um dos principais países envolvidos nessas discursões, por concentrar a segunda maior reserva mundial desses recursos.

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Segundo informações da Agência Senado, o país contempla 23% das reservas de minerais encontradas na crosta terrestre do planeta. O Brasil fica atrás apenas da China, onde se encontram 49% das reservas de terras raras.

Contudo, a principal dificuldade em relação à exploração desses elementos é a falta de tecnologia que permita a extração, o que faz com que o Brasil dependa de outros países mais avançados nesse setor. Em 2025, o governo dos Estados Unidos manifestou interesse formal em explorar minerais estratégicos do país, de acordo com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

Além disso, existe a preocupação com o meio ambiente, já que as extrações podem trazer impactos ambientais. Por isso, especialistas afirmam que é necessário colocar na balança o potencial das riquezas naturais e os impactos sobre a natureza.

O uso das terras raras no cotidiano

As terras raras representam o grupo de 17 elementos químicos encontrados na crosta da terra, como o lantânio, cério, túlio, itérbio e o gadolínio. Esses materiais são classificados como raros pela dificuldade de extração, contudo são achados em abundância em países que concentram esses elementos.

Apesar de parecer um assunto distante, os elementos das terras raras participam ativamente do cotidiano de pessoas do século XXI. Os minerais são utilizados principalmente em tecnologias, como as telas de aparelhos celulares, além da entrega de calor e eletricidade.

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