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Economia

Brasil encerra 2025 com menor taxa de desemprego já registrada

A maior taxa de desocupação da série histórica atingiu 14,9% durante a pandemia de covid-19

Brasil encerra 2025 com menor taxa de desemprego já registrada

No último trimestre do ano de 2025, a taxa de desemprego brasileira registrou 5,1%, alcançando o menor patamar desde o início da série histórica em 2012, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (30).

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Segundo levantamento da Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), coletado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no trimestre móvel até novembro, a taxa de desocupação era de 5,2%. No período seguinte, que inclui o mês de dezembro, o índice recuou 0,1 ponto percentual.

Resultado anual

Na comparação com o mesmo período de 2024, quando a taxa era de 6,2%, o desemprego apresentou queda de 1,1 ponto percentual. Diante disso, o resultado anual aponta que o indicador de desemprego teve queda de 6,6%, em 2024, para 5,6%, em 2025, segundo informações do InfoMoney.

Em relação aos rendimentos, a média salarial dos trabalhadores no trimestre foi estimada em R$ 3.613,00. Em comparação com o mesmo período de 2024, houve aumento de 5,0% na remuneração de trabalhadores brasileiros.

Estimativas

Os resultados gerais indicam que, em 2025, cerca de 6,2 milhões de pessoas foram identificadas como desocupadas no país, ou seja, que não estavam inseridas no mercado de trabalho. O número representa uma redução de aproximadamente 1 milhão, o que equivale a uma queda de 14,5% na comparação com 2024.

De acordo com a Agência Brasil, 13,8 milhões de empregados da iniciativa privada estavam sem carteira assinada, o que representa uma queda de 0,8% ante 2024. Foi registrado ainda que 5,7 milhões de pessoas eram trabalhadores domésticos e 26,1 milhões trabalhavam por conta própria, o maior índice registrado até então.

A maior taxa de desocupação já registrada foi de 14,9%, que aconteceu em períodos de grande instabilidade econômica. A principal ocorreu nos trimestres móveis encerrados em setembro de 2020 e em março de 2021, durante a pandemia de covid-19, quando a maioria das pessoas foram demitidas pela necessidade de permanecer em quarentena.

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