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Economia

Brasileiros planejam gastar mais com alimentação e bebida durante Copa do Mundo de 2026

Parte das despesas financeiras durante o campeonato está associada ao maior número de interações sociais

Brasileiros planejam gastar mais com alimentação e bebida durante Copa do Mundo de 2026

A Copa do Mundo da FIFA para parte dos brasileiros simboliza um momento de comemoração, em que é comum o investimento maior em alimentação e bebidas, bem como em eletrodomésticos e outros produtos ligados ao evento mundial, impulsionando os gastos durante os jogos. A pesquisa da Neogrid realizada em parceria com o Opinion Box, identificou que 51% dos brasileiros planejam gastar mais dinheiro com comida e bebida durante o torneio.

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Uma outra parte pretende investir na compra de itens de vestuário para a Copa do Mundo, que inicia em 11 de junho e termina no dia 19 de julho. De acordo com o levantamento, cerca de 24% da população pretende comprar roupas e acessórios da seleção brasileira, assim como realizar a aquisição de itens de decoração e produtos temáticos voltados aos jogos. Já outros 20% afirmam que devem gastar com festas e eventos sociais, conforme informações da CNN.

Pessoas gastam mais em jogos de futebol

Grande parte dos gastos financeiros nesta época do ano está associada a maior quantidade de encontros entre amigos e familiares para acompanhar as partidas, cenário observado até mesmo na compra de mais eletrônicos e itens de uso coletivo. A pesquisa identificou que equipamentos eletrônicos, como celulares e televisores, estão entre as intenções de compra de 7% dos entrevistados, cenário que indica desejo motivado pelos jogos para atualizar os equipamentos durante o período do campeonato.

A maioria dos brasileiros não sente diferença no bolso, mesmo gastando mais, 59% afirmam não sentir efeitos significativos no planejamento financeiro pessoal ou familiar. Ao contrário do contexto mais consumista, 33% dos entrevistados disseram que não terão nenhum gasto adicional por conta do período de Copa do Mundo. Os dados mostram também que 27% dos brasileiros enxergam o momento como muito mais ou mais imprevisível em relação aos gastos. Já outros 12% acham mais previsível ou muito mais previsível.

Despesas para acompanhar o evento presencialmente

Apesar de ter o esporte como foco principal, o evento também movimenta a economia internacional através do turismo. Durante a primeira fase de vendas para assistir as partidas presencialmente que acontecerão nos Estados Unidos, México e Canadá simultaneamente, foram comprados mais de dois milhões de ingressos. Na segunda rodada de vendas, realizada por sorteio, foram realizadas mais de 508 milhões de inscrições.

Segundo informações da Folha de São Paulo, o custo médio da maioria dos ingressos é de cerca de R$ 1.000 nas partidas dos times principais. Para acompanhar a final, marcada para acontecer em East Rutherford, em Nova Jersey, na categoria mais em conta deve ser desembolsado cerca de R$ 45 mil.

Os ingressos previstos para serem vendidos neste mês devem ter valores ainda mais altos para os torcedores interessados em acompanhar a decisão do torneio presencialmente. Os gastos devem ser somados também às passagens aéreas para turistas de fora dos países onde os jogos serão realizados, além de hospedagem, alimentação e custos adicionais, como estacionamento, que pode custar até R$ 380 em Atlanta e cerca de R$ 1.500 em Los Angeles.

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