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Economia

Criptomoedas viram oportunidade para investidores no longuíssimo prazo, diz estudo

A aplicação nesses ativos se tornou mais popular do que as ações

Criptomoedas viram oportunidade para investidores no longuíssimo prazo, diz estudo

As criptomoedas se tornaram os investimentos mais procurados pelos investidores brasileiros, que estão aplicando mais nas moedas digitais do que em ações, títulos públicos e previdência privada.

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Um levantamento da Anvima, o Raio X do Investidor Brasileiro, mostrou que a preferência por criptoativos dispara entre os investidores da geração Z — os mais jovens, com idade entre 16 e 29 anos —, possivelmente pela maior familiaridade com a tecnologia. As informações são do Invest News.

Cerca de 4% dos entrevistados dessa geração afirmaram investir em criptomoedas, frente a 2% que investem em ações, 2% em títulos públicos e 2% em previdência.

O estudo incluiu dados de 168,1 milhões de brasileiros com 16 anos ou mais, de diferentes gêneros, classes sociais e níveis de escolaridade, em todas as regiões do país.

Ainda assim, a poupança segue como investimento favorito dos brasileiros, com 22% dos entrevistados alegando ter dinheiro nesta modalidade. No entanto, da renda fixa, esse é a aplicação que menos traz retornos.

Em relação aos títulos privados, 7% investem, enquanto os fundos de investimento (5%) também seguem na frente de ativos digitais.

O estudo mostra que os criptoativos se mostram como uma oportunidade de reserva para a aposentadoria. No total, 12% dizem guardar recursos em cripto, atrás apenas da poupança (25%), dos títulos privados (19%) e dos fundos de investimento (16%).

A história das criptomoedas

As criptomoedas tomaram grande relevância nos últimos anos, se consolidando como uma categoria de ativos mais rentável da renda variável. No entanto, a primeira moeda digital surgiu há mais tempo do que se imagina, em 2008, com o Bitcoin.

Uma das principais características dos ativos criptos — e o que os torna tão populares — é a possibilidade de transferir valores em diferentes países sem a necessidade de instituições financeiras internacionais para mediar a transação.

No entanto, em quase 20 anos de história, não se sabe a verdadeira identidade da pessoa ou grupo que criou o projeto, um verdadeiro enigma do mercado financeiro. 

6 teses do Bitcoin para 2026

Relatório do Mercado Bitcoin (MB) indica que 2026 pode registrar avanço nas criptomoedas alternativas, além de aumento no volume de ativos tokenizados. O documento “Tendências 2026: 6 teses do mercado cripto para você organizar seus investimentos” apresenta o caminho para orientar agentes do mercado desde o início do ano.

Em matéria do Money Times, o vice-presidente de Negócios Cripto do MB, Fabrício Tota, afirma que o cenário tem se mostrado mais maduro, o que pode resultar em um sistema financeiro global mais eficiente. “Vemos uma adoção institucional mais madura, tecnologias que destravam novos fluxos de capital e produtos que conectam o mercado cripto de forma mais direta ao sistema financeiro tradicional. O resultado é um ecossistema maior, mais eficiente e com impacto cada vez mais mensurável no sistema financeiro global”, disse.

Veja as 6 principais teses para as criptomoedas em 2026:

  1. Crescimento do bitcoin sobre o ouro
  2. Mercado de stablecoins em alta
  3. Aumento dos ETFs de altcoins
  4. Crescimento de ativos tokenizados
  5. Mercados preditivos
  6. Volume negociado por agentes de IA vai quadruplicar

Confira mais sobre as teses nesta matéria do O Brasilianista.

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