São Paulo é o estado com maior competitividade no setor público, marcando 81 pontos do ranking de competitividade da CLP.
O levantamento levou em consideração a promoção da competitividade e melhoria da gestão pública dos Estados brasileiros, distribuídos em 10 pilares temáticos: Infraestrutura, Sustentabilidade Social, Segurança Pública, Educação, Solidez Fiscal, Eficiência da Máquina Pública, Capital Humano, Sustentabilidade Ambiental, Potencial de Mercado e Inovação.
Em um ambiente onde existe a competição saudável entre pessoas, equipes e organizações, é natural que ocorram maiores incentivos para a excelência de resultados, bem como para a inovação em instrumentos e métodos que possibilitem a superação de desafios.
Enquanto o setor privado é uma esfera social considerada competitiva por natureza, o setor público não é visualizado por essa perspectiva. No entanto, o estudo sugere que além de possível, ela é desejável, complementar à promoção da justiça, equidade e desenvolvimento econômico e social.
“O elemento competitivo é compatível com a ideia de uma república federativa como a brasileira. A competição saudável faz com que Estados e Municípios busquem melhorar seus serviços públicos, atraindo empresas, trabalhadores e estudantes para ali viverem e se desenvolverem social e economicamente”, revela a pesquisa.
Desse modo, os rankings têm potencial para operar como um poderoso sistema de incentivo aos agentes públicos. Também funcionam como um mecanismo de responsabilidade e promoção das melhores práticas na gestão pública.
Destaques de São Paulo
O estado de São Paulo se destaca entre as 26 unidades federativas no setor de Educação, em que fica no 1º lugar da avaliação de qualidade. Por outro lado, possui a 13º taxa de frequência líquida do Ensino Fundamental.
Ainda, o principal desafio do estado é a solidez fiscal, em que está na 13ª posição do ranking. Apesar de ter um bom planejamento orçamentário, a solvência fiscal — ou seja, a capacidade do governo em honrar suas obrigações financeiras de longo prazo, pagando dívidas sem recorrer a medidas extremas — é um dos mais baixos do Brasil, ficando em 24º lugar.
Ranking nacional
Além de São Paulo, o setor público de Santa Catarina (80,1 pontos) e do Paraná (72,3) também se destacam como estados com boa competitividade.
Já a região Norte concentra os três principais estados com menor competitividade no setor público, o que pode comprometer a gestão. São eles: Amapá (19,4), Acre (26,3) e Pará (28,1).
Veja o ranking completo:
Tabela Ranking body { font-family: Arial, sans-serif; background: #ffffff; } .ranking-table { width: 420px; border-collapse: collapse; font-size: 14px; color: #4a4a4a; } .ranking-table tr { border-bottom: 1px solid #9aa4af; } .ranking-table td { padding: 6px 8px; vertical-align: middle; } .posicao { width: 35px; color: #555; font-weight: bold; } .estado { width: 170px; } .barra-cell { width: 150px; } .barra-bg { width: 120px; height: 14px; background: #e5e5e5; position: relative; } .barra { height: 100%; } .valor { width: 45px; text-align: right; color: #7a7a7a; font-weight: bold; } /* Cores */ .rosa { background: #e88ce8; } .vermelho { background: #f05252; } .roxo { background: #8c63d9; } .laranja { background: #f4a51c; } .verde { background: #a8c64a; } 1º São Paulo 81,1 2º Santa Catarina 80,1 3º Paraná 72,3 4º Distrito Federal 68,1 5º Rio Grande do Sul 66,1 6º Minas Gerais 63,3 7º Espírito Santo 63,1 8º Goiás 58,8 9º Mato Grosso do Sul 54,4 10º Mato Grosso 53,6 11º Paraíba 50,5 12º Sergipe 47,2 13º Rondônia 46,5 14º Ceará 45,1 15º Rio de Janeiro 43,8 16º Rio Grande do Norte 43,3 17º Amazonas 42,9 18º Tocantins 38,4 19º Pernambuco 38,4 20º Alagoas 36,1 21º Piauí 34,6 22º Bahia 33,2 23º Maranhão 31,2 24º Roraima 29,8 25º Pará 28,1 26º Acre 26,3 27º Amapá 19,4
