Ontem, William Waack resumiu em uma frase, no programa WW da CNN, o clima que se instalou em Brasília: “A noite da insônia”.
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Ele conversava com Thaís Herédia, Daniel Rittner e Murillo de Aragão sobre a prisão de Daniel Vorcaro e a intervenção no Banco Master — e não exagerava.
Há uma tensão evidente no ar. As relações políticas e jurídicas que cercam o Banco Master são conhecidas nos bastidores, e Waack sabe disso melhor do que ninguém.
O caso atravessa corredores do Executivo, do Judiciário e do Legislativo, e, cedo ou tarde, as conexões poderão vir à tona.

