O ano de 2026 marcará mais uma rodada de eleições no Brasil. Os eleitores devem ir às urnas em outubro para definir quem serão os próximos representantes no Congresso Nacional, nos governos Estaduais e também na Presidência da República.
Para se eleger no país, é necessário estar vinculado a algum partido político aprovado e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Mas como funcionam as reeleições?
Como o próprio nome sugere, a reeleição acontece quando o povo escolhe um mesmo político para o cargo que ocupava anteriormente ou um novo, diretamente após seu mandato anterior. Na prática, o escolhido não sai do Congresso ou Planalto por mais um mandato.
Quais as restrições para se reeleger no Brasil?
No caso do Poder Legislativo, os vereadores podem se reeleger neste mesmo cargo sem limites, desde que garanta maioria dos eleitores.
Porém, deputados, senadores, prefeitos, governadores e o presidente, assim como os vices dos cargos do Executivo, podem manter os cargos por somente dois mandatos consecutivos. Ou seja, 8 anos seguidos ou 16 para senadores.
Segundo o TSE, não é permitida qualquer reeleição de parlamentares ou candidatos do Executivo que já cumpriram dois mandatos consecutivos, mesmo se a nova campanha seja para outro cargo político.
Depois de, pelo menos, mais quatro anos — ou oito, no caso dos senadores — o candidato pode concorrer novamente às eleições.
Além disso, aqueles que desejam se reeleger em cargos diferentes do atual precisam renunciar com pelo menos seis meses de antecedência às eleições para o TSE considerar a candidatura. Por exemplo, um deputado que deseje disputar o governo de algum estado deve sair da posição em até seis meses anteriores ao voto da população.

