O câmbio é um dos indicadores mais importantes para compreender a força de uma moeda na economia. O câmbio flutuante consiste em, como sugere o nome, uma taxa volátil baseada pela oferta e demanda de moeda estrangeira no mercado.
O diferencial desse tipo de taxa é a não intervenção do Banco Central. Isso permite que o próprio mercado balanceie o valor de uma divisa por meio de propostas, negociações e investimentos em papéis-moeda estrangeiros. As informações são da Warren Magazine.
No entanto, vale destacar que o câmbio flutuante não tem o papel de corrigir a desvalorização de uma moeda, mas de permitir que o mercado e suas influências — como juros e inflação — movimentem as taxas.
Por exemplo, se a demanda por uma moeda estrangeira é mais baixa, seu valor diminui e ajuda a valorizar os bens nacionais. Nesse caso, os efeitos podem gerar mais empregos e melhor confiança na economia. Por outro lado, quando a procura é maior, os bens nacionais são desvalorizados e pode prejudicar o cenário doméstico.
No Brasil, como explicou a Warren, há uma prática conhecida como “câmbio flutuante sujo”, utilizada quando há muita variação entre as moedas estrangeiras e nacional. Isso porque em cenário de alta variação, o Banco Central costuma intervir para não prejudicar o real e a economia brasileira.
Qual a diferença do câmbio fixo?
Por sua vez, o câmbio fixo é uma medida adotada pelo Banco Central para evitar que o preço da moeda nacional referente a outras não flutue.
Para isso, o BC do país deve comprar e vender a moeda nacional em troca da moeda referência a partir de suas análises de recursos necessários.
Esse cenário costuma trazer maior estabilidade e benefícios à economia, mas pode prejudicar reações a momentos de crise.

