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Economia

Entenda como o BRB se prejudicou na liquidez de longo prazo

Esse indicador ajuda a entender a estabilidade do financiamento no horizonte de um ano

Entenda como o BRB se prejudicou na liquidez de longo prazo

Em meio a fraude do Banco Master, o Banco de Brasília (BRB) foi um dos mais prejudicados pelos recursos investidos sem lastro real. Um dos riscos que o banco estatal agora sofre é em relação a liquidez de longo prazo (NSFR, na sigla em inglês).

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Em linhas gerais, esse indicador ajuda a entender a estabilidade do financiamento no horizonte de um ano. Ou seja, indica se a instituição financeira terá como captar recursos de seus investimentos no longo prazo.

Segundo o Banco Central (BC), uma estrutura de captação mais estável visa mitigar o risco de liquidez de longo prazo da instituição, reduzindo as chances de manter seus recursos caso alguma fonte de renda seja brutalmente interrompida.

O NSFR também cria incentivos para limitar a dependência excessiva de liquidez de curto prazo, buscando promover mais estabilidade no futuro. A ideia principal é que o banco consiga manter suas atividades sem comprometer montantes futuros.

Dessa forma, também reduzir a probabilidade de futuras crises bancárias bem como potenciais efeitos negativos sobre a estabilidade financeira.

No caso do BRB, a compra de ativos do Master e a tentativa de fusão com a instituição privada que foi liquidada compromete diretamente os recursos de liquidez de longo prazo da estatal.

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