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Política

Cobrança de Lula não destrava escolha do PT para o Senado

Até então, o partido tem 18 pré-candidatos distribuídos pelo país

Cobrança de Lula não destrava escolha do PT para o Senado

O pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para priorizar as candidaturas ao Senado não foi suficiente para destravar as definições internas do Partido dos Trabalhadores (PT). Em novembro, a população será responsável por eleger 54 senadores, dois por estado.

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Por enquanto, o partido tem 18 pré-candidatos distribuídos pelo país, segundo dados coletados pelo Uol. Mesmo com nomes de relevância, o partido pode enfrentar dificuldades para formar maioria no Senado.

Cenário Nacional

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), lidera as intenções de voto para ocupar o cargo em São Paulo, além de ser um dos principais nomes cogitados para substituir Lula em uma eventual disputa presidencial. Apesar disso, ele se mantém firme quanto à posição de não se candidatar ao Senado neste ano.

Outra opção para o PT é o nome do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), que prefere continuar na corrida presidencial ao lado de Lula. Há um esforço ainda para retomar a aliança com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede), que se candidataria ao Senado pelo PT.

A principal preocupação está relacionada à falta de novas alianças do partido, assim como a à ausência de novos rostos para representar o PT. Na prática, a falta de opções pode fazer com que oposição consiga eleger o dobro de senadores que o atual governo.

Em outros estados do país, o grupo político segue apostando nos mesmos quadros, como Paulo Pimenta, no Rio Grande do Sul, Gleisi Hoffmann, no Paraná e José Guimarães, no Ceará.

Formação de aliados

Até então, o único estado com chapa formada pelo PT é o Rio Grande do Sul. Segundo o Uol, um dos caminhos para garantir mais força no Senado é a aliança com candidatos que são defensores do governo Lula, como a ex-deputada Manuela d’Ávila, filiada ao PSOL.

Há ainda a esperança de filiação da ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), que atualmente se encontra mais alinhada ao centrão e seria candidata para o Senado em São Paulo. Outro nome cogitado para parceria com o governo Lula é o do senador Rodrigo Pacheco (PSD), que seria candidato por Minas Gerais.

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