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Política

Tebet sinaliza saída do Planejamento e entra no radar de 2026

A expectativa, agora, é que a próxima semana seja decisiva

Tebet sinaliza saída do Planejamento e entra no radar de 2026

A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, começou a dar sinais claros de que seu futuro no governo Lula está diretamente ligado ao xadrez eleitoral de 2026. Em conversa recente com o presidente, a ministra deixou aberta a possibilidade de deixar o cargo até o dia 30 de março, prazo que será definido pelo próprio chefe do Executivo.

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Tebet relatou que a conversa com Lula foi mais política do que formal: o objetivo, segundo ela, foi avaliar onde seu nome pode cumprir “melhor a missão” dentro de um projeto coletivo.

A ministra fez questão de frisar que não houve imposições. Ao contrário, apresentou-se como alguém disposta a se deslocar de acordo com as necessidades do governo e do campo político aliado. A palavra “missão” foi repetida diversas vezes e funciona, no subtexto, como sinalização de que a decisão não será pessoal, mas estratégica.

Até aqui, o único cenário colocado à mesa foi uma eventual candidatura ao Senado Federal. Tebet negou qualquer discussão sobre mudança partidária, cargos, ou disputa pelo governo de São Paulo.

Ainda assim, ao comentar o cenário paulista, citou Fernando Haddad e Geraldo Alckmin como nomes “de peso” e competitivos, capazes de levar uma disputa estadual a um segundo turno, uma leitura que ajuda a mapear o desenho das alianças futuras. A expectativa, agora, é que a próxima semana seja decisiva.