O “Golpe do Pix” é um escandâlo que abalou a sociedade baiana porque afetou pessoas que precisam de ajuda para salvar a vida de entes queridos, quando não a própria. O caso envolve o jornalista Marcelo Castro, que pedia doações no programa que apresentava na Bahia, o Alô Juca, transmitido pela TV Aratu, afiliada da Record no estado.
Uma das vítimas nesse caso é Jucileide (assista ao vídeo no fim do texto), mãe de Miguel Lucas, que aguarda o julgamento para ver Justiça feita por seu filho, que precisa do dinheiro para tratar uma doença. Mas essa mulher não é a única lesada pelo esquema criminoso que, segundo as autoridades, movimentou pouco mais de R$ 500 mil.
Além de outras vítimas que precisam das doações, há o impacto no Judiciário baiano, que passou por inspeções do Conselho Nacional de Justiça. A situação fica delicada frente à população devido aos seguidos adiamentos do julgamento de Castro.
Marcelo Castro nega as acusações, mas as autoridades colheram provas de que o jornalista atuou até para intimidar vítimas dos crimes pelos quais será julgado. Enquanto a Justiça da Bahia não define o destino do jornalista e dos outros réus, Castro tenta viver sua vida normalmente, como já mostrou O Brasilianista, com viagens e curtindo o Carnaval baiano.
Esse cenário é um desafio a ser enfrentado pelo presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, José Edivaldo Rocha Rotondano, que combateu as incongruências do Judiciário no Conselho Nacional de Justiça, e agora terá de salvar a imagem da magistratura baiana.
Assista ao vídeo:

