Em meio às expectativas pela manutenção da taxa básica de juros (Selic) no Brasil e à atenção aos desdobramentos envolvendo o petróleo entre os Estados Unidos e a Venezuela, as taxas dos Depósitos Interfinanceiros (DIs) finalizaram a última quinta-feira (08) com variações moderadas.
Com leve alta, a taxa do DI para janeiro de 2028 chegou a 13,015% na sessão anterior o ajuste foi de 12,983%. Na projeção para janeiro de 2035, o índice marcou uma baixa de 4 pontos-base, com 13,525%.
Segundo o InfoMoney, os DIs iniciaram a manhã da quinta-feira apresentando altas sutis. O cenário também foi parecido para os rendimentos dos Treasuries no exterior. Os números foram em contramão dos índices da produção industrial, que tiveram queda de 1,2%, enquanto as expectativas de especialistas eram de crescimento de 0,2% na comparação mensal.
Oscilações
O cenário financeiro é de cautela, resultando em oscilações mais discretas ao longo do dia. Os olhos dos investidores no Brasil se voltaram para os resultados do índice oficial de inflação de dezembro e do acumulado de 2025.
Além disso, o mercado atribuía 68,75% de probabilidade à manutenção da Selic em 15%, contra 24,50% de chance de corte de 25 pontos-base, cenário que influenciou as precificações na bolsa de valores na terça-feira (06).
EUA
Nos Estados Unidos, dados do Departamento do Trabalho apontaram que os pedidos iniciais de auxílio desemprego chegaram a 208 mil, entre começo de dezembro e o início de janeiro. O resultado representa um aumento de 8 mil pedidos no último período analisado.
O mercado indicava 88,4% de probabilidade de manutenção da taxa de juros pelo Federal Reserve no fim do mês, contra 11,6% de chance de corte de 25 pontos-base. Apesar disso, os juros aparecem na faixa de 3,50% a 3,75%.

