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Economia

Queda no custo da cesta básica alcança todas as capitais do país

A redução no valor dos alimentos ficou entre 9,08% e 1,56%

Queda no custo da cesta básica alcança todas as capitais do país

Dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apontam que o preço da cesta básica caiu em todas as 27 capitais do país no segundo semestre de 2025. A redução do valor dos alimentos ficou entre 9,08% e 1,56%, influenciada pelo bom desempenho agrícola.

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Segundo informações da Agência Brasil, Boa Vista (RR) foi a capital que teve a maior queda nos preços, com redução de 9,08%. Na cidade, o valor da cesta básica em julho chegava a 712,83, passando a custar R$ 652,1,4, em dezembro.

Em segundo lugar com mais redução nos valores lugar aparece Manaus (AM), que antes era comprada a R$ 674,78 e diminuiu para R$ 620,42. O desempenho representa queda de 8,12% no segundo semestre do ano. A terceira maior queda aconteceu em Fortaleza (CE), com redução de 7,90% nos preços, passando a valer R$ 677, sendo a maior diminuição do Nordeste.

Quedas nas regiões do país

O Distrito Federal ficou entre as capitais do Centro-Oeste que mais registraram redução no valor da cesta básica, com diminuição de 7,65% nos últimos seis meses do ano. Já no Sul, a capital que apresentou os menores preços é Florianópolis (SC), com redução de 7,67%.

O valor do conjunto de produtos em Vitória (ES) chegou a ter queda de 7,05% no último semestre. A capital foi destaque entre os estados do Sudeste.

Capitais que tiveram menores reduções

Belo Horizonte (MG) foi a capital do país que apresentou menos queda nos itens da cesta básica, com diminuição de apenas 1,56%. A capital do Amapá, Macapá, teve queda de 2,10% e Campo Grande (MS) chegou a ter diminuição de 2,16% nos valores.

O presidente da Conab, Edegar Pretto, afirma que as reduções são um espelho das políticas agrícolas do Brasil. “Estamos comemorando porque essa queda generalizada é fruto dos investimentos que o governo federal vem fazendo no setor agropecuário brasileiro, aumentando a produção de alimentos para o consumo interno nacional”.

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