O Ibovespa sobe em forte alta no pregão desta sexta-feira (23) e supera os 177 mil pontos, um novo recorde para o principal índice da Bolsa de Valores. Às 14h30, o indicador sobe 0,94% aos 177.243,84 pontos.
Segundo o g1, o que movimenta o mercado hoje são as notícias externas, como dados dos Estados Unidos, além da análise do comportamento recente de ativos globais.
Investidores estão de olho nos índices de gerentes de compras (PMI) dos EUA, que caiu de 54,2 para 52,7 em dezembro, abaixo das projeções, de 53. O índice de confiança do consumidor da Universidade de Michigan também será um dos focos do dia.
Outros fatores como índices de atividade econômica, menor tensão geopolítica e desempenho otimista das bolsas mundiais também aumentam o fôlego por aqui.
Vale ressaltar que os indicadores tendem a analisar melhor as expectativas do mercado sobre o crescimento econômico e como devem ficar os juros americanos.
O otimismo também aparece dos resquícios da véspera, em que as bolsas globais avançaram após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar que não deve utilizar força militar para anexar a Groenlândia e que iria suspender as tarifas previstas para países europeus que impedissem a compra da ilha.
O governo Trump ainda deve começar as negociações trilaterais para um acordo de paz entre Ucrânia e Rússia. Esse evento, somado às incertezas sobre a Groenlândia impulsionam a cotação do petróleo hoje.
Por aqui, apesar de agenda vazia e dólar em alta, o Ibovespa segue a tendência da véspera, quando fechou em alta de 2,20% aos 175.589,35 pontos, no maior nível de encerramento da história.
Hoje, o índice Bovespa renovou a máxima histórica intradia mais cedo de acordo com o g1, alcançando os 177.741,56 pontos. O movimento também é beneficiado pelas ações de grande peso, como Petrobras (PETR3;PETR4), Vale (VALE3) e Itaú (ITUB4).

