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Economia

8 mulheres que marcaram e marcam a história da economia global

Diversas lideranças femininas e estudos moldaram a forma como o mundo lida com as finanças

8 mulheres que marcaram e marcam a história da economia global

O Dia Internacional da Mulher, comemorado neste domingo (08), é uma data que remonta a trajetória do direito das mulheres ao redor do mundo e reforça a importância delas para diversos setores da sociedade. Na economia, isso não é diferente: há diversos nomes que ajudaram a moldar os sistemas financeiros como se conhecem hoje.

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No Brasil, por exemplo, a segunda pessoa mais rica do país em 2025 foi uma mulher: Vicky Safra. Com 73 anos, ela é herdeira de metade da fortuna do banqueiro Joseph Safra, que fundou o banco de mesmo nome e ainda é uma referência no mercado financeiro brasileiro. Segundo a Forbes, ela possuía patrimônio líquido de R$ 120,5 bilhões ao final do ano passado.

Para além das mulheres com altos patrimônios, que moldam a economia somente com as fortunas, há ainda aquelas que ajudaram a criar fórmulas e aplicar análises essenciais para os dias de hoje. O Brasilianista lista algumas delas.

8 mulheres importantes para a economia mundial

1. Gita Gopinath

Gopinath foi a primeira economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), atuando entre 2019 e 2022. Segundo o El País, a profissional indiana também é professora de estudos econômicos internacionais de Harvard. Ela ocupou o mesmo cargo que seus mentores também já estiveram há cerca de 20 anos.

O FMI é um dos principais organismos responsáveis por acompanhar e apoiar a economia de diversos países. Sua função central é ajudar governos a lidar com crises, manter equilíbrio nas contas externas e orientar políticas econômicas.

2. Pinelopi Koujianou

A especialista greco-americana foi economista-chefe do Banco Mundial (BM) entre 2018 e 2020, uma das maiores fontes de financiamento e conhecimento para países em desenvolvimento.

O BM ajuda no fortalecimento das economias, elevação dos padrões de vida e a garantia de que todas as pessoas tenham acesso a serviços e oportunidades essenciais, especialmente empregos.

3. Laurence Boone

Boone esteve na liderança da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) entre 2018 e 2022.

OCDE é um organismo internacional formado por 38 países membros, divididos entre Europa, Ásia, Américas e Oceania. A organização é estruturada em diretórios e comitês que se reúnem periodicamente em Paris, e atuam em áreas sociais e econômicas, e abordam temas como comércio, macroeconomia, desenvolvimento, educação, inovação e ciência. 

A OCDE também tem objetivos de fomentar boas governanças estatais e empresariais, crescimento econômico por meio de cooperação institucional e política e desenvolvimento social. 

4. Harriet Martineau

Nascida em 1802, Martineau publicou livros sobre tributação e economia política na década de 1830, considerada uma das “filhas de Adam Smith”. As informações são do Fórum Econômico Mundial.

Seu trabalho sobre economia política foi essencial para o estudo da economia como existe atualmente.

5. Elinor Ostrom

Em 2009, a economista americana Ostrom foi a primeira mulher a receber um Prêmio Nobel de Economia, compartilhando a honra com Oliver E. Williamson. Segundo a Forbes, o reconhecimento veio da análise dos recursos comuns relacionada à governança econômica.

Seu trabalho ajudou a transformar o estudo da economia em uma análise política, além da observação científica e matemática.

6. Esther Duflo

Segunda mulher a vencer o Prêmio Nobel de Economia, dividiu o prêmio com outros colegas. Seus estudos focam na redução da pobreza em países de baixo desenvolvimento ou emergentes.

7. Claudia Goldin

Foi a terceira e mais recente mulher a vencer o Nobel, vinculado aos seus estudos sobre a posição das mulheres dentro do mercado de trabalho.

8. Maria Silvia Bastos Marques

A brasileira é uma economista relevante para o país, que se tornou a primeira mulher a ocupar a presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), uma das maiores instituições de fomento do mundo, em 2016.

Anteriormente, de acordo com o Super Finanças, ela ocupou a presidência da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), uma das principais empresas de extração de metais, e ocupou cargos do setor público, como a Secretaria de Finanças do Rio de Janeiro.

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