No cafezinho, comenta-se que há um incômodo crescente entre companhias aéreas com a notável desenvoltura da chamada “Vorcaro Airlines” no transporte de autoridades.
Nos bastidores, há quem atribua o fenômeno à precarização da frota da Força Aérea Brasileira (FAB), vítima recorrente da penúria orçamentária que a equipe econômica impõe, o que ampliaria a dependência de soluções alternativas.
Outros preferem uma explicação mais prosaica: a qualidade do serviço, que superaria com folga a oferecida pelas empresas regulares.
No mercado, sobretudo entre os “Faria Limers”, a operação já ganhou apelido: “FGC of the Skies”. A ironia resume a percepção de que, mais do que conforto ou conveniência, o que realmente chama a atenção é a equação de custo-benefício para todos os envolvidos.
Em Brasília, como se sabe, quando uma solução parece boa demais para ambos os lados, o interesse logo deixa de ser apenas logístico.

