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Política

Gás do Povo substituirá Auxílio Gás e pode começar nas próximas semanas

Programa busca a redução da pobreza energética para beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico

Gás do Povo substituirá Auxílio Gás e pode começar nas próximas semanas

De acordo com o Agência Senado, o programa Gás do Povo iniciará a distribuição dos benefícios ainda neste mês de novembro. O Poder Executivo busca ampliar o benefício para mais de 15 milhões de domicílios até o primeiro trimestre de 2026.

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O programa Gás do Povo chega para substituir o antigo Auxílio Gás. A diferença é que os benefícios não serão pagos em dinheiro, e sim com a retirada gratuita de botijões em revendedoras autorizadas pelo Governo Federal.

Programa busca reduzir a pobreza energética

A diretora de Programas do Ministério do Desenvolvimento Social, Analúcia Alonso, afirmou que a falta de acesso a formas seguras de energia foi a principal motivação para criação do programa, segundo a Câmara dos Deputados.

“Os indicadores ainda são alarmantes sobre as pessoas que não conseguem cozinhar com segurança. Isso afeta a saúde de mulheres e crianças, com fuligem e queimaduras”, afirmou Alonso.

Ainda de acordo com Analúcia Afonso, as primeiras famílias serão atendidas ainda neste mês de novembro e até março de 2026 todos os beneficiários poderão retirar gratuitamente seu botijão de gás. 

Beneficiários do Bolsa Família terão prioridade no atendimento do programa e famílias inscritas no CadÚnico com renda de até meio salário mínimo por pessoa, também serão atendidas. 

Gás do Povo foi elogiado por senadora

De acordo com a Agência Senado, a senadora Jussara Lima (PSD-PI) elogiou o programa Gás do Povo, em um pronunciamento no Plenário nesta última quarta-feira (12). A senadora ressaltou que o programa reforça à dignidade para famílias de baixa renda. 

“Serão mais de 15 milhões de lares atendidos, alcançando cerca de 50 milhões de brasileiras e brasileiros em todo o país. Esse programa é muito mais do que um benefício social: é dignidade e respeito, é proteção à vida, é o fim da escolha dolorosa entre comprar comida e gás. É mais saúde para mulheres e crianças que antes foram obrigadas a cozinhar com lenha, expostas à fumaça e ao risco. É mais tempo para estudar, trabalhar e viver com segurança e tranquilidade”, afirmou.

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