Conflitos diplomáticos nem sempre resultam em guerras, mas algumas tensões podem gerar as chamadas sanções internacionais.
Segundo o portal ICL, elas são medidas coercitivas que os países podem adotar em relação a outras nações, organizações e até mesmo indivíduos, visando penalizar e pressionar esses relacionamentos. Algumas podem ser aplicadas por violações de direitos humanos, motivações de guerra e até mesmo ameaças à paz e segurança.
No caso de sanções econômicas, elas podem ser apresentadas por meio de aumento de impostos internacionais, dificuldades comerciais e bloqueios financeiros.
O tarifaço de 50% em importações brasileiras aos Estados Unidos é um exemplo do que são essas sanções. Nessa situação, o governo americano pressionava o Brasil por uma suposta “caça às bruxas” referente aos julgamentos dos atos do 8 de janeiro.
Outro exemplo recente foi a inclusão dos nomes de Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e sua esposa, Viviane, na Lei Magnitsky, que congela todo e qualquer ativo financeiro ou negociação dos impactados relacionado aos EUA. Recentemente, eles saíram da lista que inclui violadores de direitos humanos.
Os impactos das sanções internacionais
Em geral, as sanções econômicas tem como objetivo punir algum país ou exigir mudanças. No entanto, a população é impactada pelas medidas.
No caso do tarifaço, por exemplo, a balança comercial do Brasil apresentou diversas discrepâncias entre os produtos exportados e importados aos EUA.
Diversas empresas tiveram prejuízos financeiros e os preços de alguns produtos subiram expressivamente aos consumidores.
Outros tipos de sanção, como restrições de segurança, geram mais conflitos entre os países e pioram a qualidade de vida dos residentes.

