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Política

Agenda do dia: Lula articula com ministros enquanto Copom começa decisão sobre juros

Reuniões no Planalto, início do ciclo do Banco Central e pautas no Congresso movimentam expectativas de investidores e empresários

Agenda do dia: Lula articula com ministros enquanto Copom começa decisão sobre juros

A agenda desta terça-feira (17) reúne encontros do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com ministros, início da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) e votações no Congresso que podem impactar diretamente o ambiente de negócios no país.

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Os compromissos do dia ocorrem em meio a discussões sobre crédito, comércio internacional e regras para pequenos empreendedores, temas que influenciam decisões de investimento e estratégias empresariais.

O cenário reforça a atenção do mercado a movimentos do governo e do Banco Central, especialmente diante de incertezas sobre inflação e crescimento econômico. As informações são da Agenda Oficial do Governo Federal.

Lula reúne equipe econômica e alinha decisões no Planalto

O presidente Lula inicia o dia com reuniões envolvendo ministros e integrantes da equipe econômica e jurídica.

Participam dos encontros o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva.

O ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, o advogado-geral da União, Jorge Messias, e o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan.

Na sequência, o presidente volta a se reunir com Esther Dweck, ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, além dos mesmos integrantes da equipe.

Ao longo do dia, Lula também participa de encontro com o atleta Cristian Ribera, medalhista paralímpico, e encerra a agenda com reunião com o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.

Congresso promulga acordo entre Mercosul e União Europeia

O Congresso Nacional deve realizar uma sessão nesta terça para promulgar o decreto legislativo que aprova o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia.

O tratado prevê redução de tarifas em grande parte do comércio entre os blocos. Reportagem do O Brasilianista aponta que o acordo envolve economias que concentram cerca de 30% do PIB global.

O mercado potencial reúne mais de 700 milhões de consumidores, ampliando oportunidades para exportadores brasileiros.

Câmara analisa mudança no limite do MEI

A Câmara dos Deputados pode votar propostas que alteram o limite de faturamento do Microempreendedor Individual.

Atualmente, o teto anual é de R$ 81 mil, valor que define o enquadramento nessa categoria. Dados da Contabilizei mostram que mais de 570 mil empreendedores foram desenquadrados após ultrapassar esse limite.

Entre os projetos em discussão está a ampliação do teto para até R$ 150 mil, além da criação de novas faixas de contribuição.

Copom inicia reunião e mercado acompanha decisão sobre juros

O Banco Central inicia a reunião do Copom, responsável por definir a taxa básica de juros da economia. Atualmente, a Selic está em 15% ao ano, patamar que impacta diretamente o custo do crédito.

taxa Selic é o principal juros da economia brasileira. Ela funciona como um padrão para o sistema financeiro e serve de base para definir quanto custa pegar dinheiro emprestado e quanto rende aplicar recursos no país.

De acordo com análise do O Brasilianista, a taxa influencia financiamentos, empréstimos e investimentos. Para empresas, juros elevados dificultam o acesso a capital e podem frear expansão. Já para investidores, taxas mais altas aumentam a atratividade de aplicações de renda fixa.

STF julga deputados em caso que envolve recursos públicos

O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma o julgamento de Josimar Maranhãozinho, Pastor Gil e Bosco Costa, investigados por suspeitas de irregularidades em emendas parlamentares.

O caso envolve acusações de cobrança de propina vinculada à liberação de recursos públicos. Reportagem do O Brasilianista aponta pedido de R$ 1,6 milhão em troca de repasses que somam R$ 6,6 milhões.

As investigações também indicam exigência de 25% dos valores como contrapartida. O julgamento pode influenciar debates sobre transparência e governança no uso de recursos públicos.

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