O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) visita às 10h o Pomar da Ciência, na Embrapa Cerrados, em Planaltina, onde inicia compromissos ligados à Feira Brasil na Mesa. Em seguida, às 10h30, percorre o Pavilhão de Expositores do evento no mesmo local.
Às 11h, Lula participa da cerimônia de abertura da Feira Brasil na Mesa, ainda na Embrapa Cerrados, onde estão previstos anúncios relacionados ao evento. As informações são da Agenda Oficial.
As atividades ocorrem em Brasília. Às 15h, o presidente recebe o secretário especial para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Marcelo Weick, no Palácio do Planalto.
Compromissos no Planalto
Às 16h, Lula recebe a ministra da Cultura, Margareth Menezes, no Palácio do Planalto, em reunião prevista na agenda oficial.
Na sequência, às 17h, o presidente participa da solenidade de entrega do Prêmio Vivaleitura, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília. O evento reúne ações voltadas à área cultural e educacional.
Reunião do Conselho Monetário
O Conselho Monetário Nacional (CMN) realiza reunião ao longo desta quinta-feira, com participação prevista do presidente Lula.
O encontro integra a agenda econômica do país e reúne autoridades responsáveis por diretrizes da política monetária.
O CMN é responsável por definir orientações relacionadas ao sistema financeiro nacional. As deliberações do conselho envolvem temas ligados à política econômica e ao funcionamento de instituições financeiras no país.
Indicadores globais movimentam mercados
Nos Estados Unidos, a quinta-feira é marcada pela divulgação de dados do índice PMI de serviços e indústria, além de números na Zona do Euro, incluindo países como Alemanha, França e Reino Unido, e também no Japão.
Como informou o InfoMoney, ainda no cenário norte-americano, serão divulgados os pedidos semanais de auxílio-desemprego, com expectativa de cerca de 210 mil solicitações na última semana. Também estão previstos dados sobre exportação de grãos.
Influência da guerra
Como divulgou O Brasilianista, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a ampliação do cessar-fogo com o Irã às vésperas do fim do prazo inicial, que se encerraria nesta quinta-feira (23).
A extensão da trégua, no entanto, não teve um novo prazo definido, o que mantém incertezas sobre a continuidade das negociações e os próximos desdobramentos do conflito iniciado em 28 de fevereiro.
O prolongamento foi condicionado à apresentação de uma proposta formal por parte do governo iraniano e ao avanço das tratativas diplomáticas.
Até o momento, Teerã não respondeu a uma lista de condições enviada por Washington, o que tem travado o andamento das negociações.
Entre os principais pontos de impasse estão o nível de enriquecimento de urânio e o destino do estoque já existente, considerados centrais nas discussões entre os dois países.
Além disso, o bloqueio do Estreito de Ormuz segue como um dos principais elementos de pressão no conflito, com impacto direto na economia global.
Trump afirmou que não permitirá a reabertura da passagem antes de um acordo e indicou que, sem avanços diplomáticos, o cenário pode evoluir para uma escalada militar.
Dessa forma, a manutenção do cessar-fogo permanece dependente das próximas decisões e de uma eventual resposta do governo iraniano.
Divulgação de resultados corporativos
Empresas dos Estados Unidos apresentam seus resultados financeiros ao longo do dia, incluindo Intel, American Express e American Airlines. As divulgações fazem parte da temporada de balanços corporativos.
Também estão previstos relatórios de Honeywell, Blackstone e Lockheed Martin. As ações da Tesla chegaram a subir após resultados acima das expectativas, mas inverteram o movimento após sinalização de aumento nos investimentos, com impacto no fluxo de caixa.

