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Economia

Safra pode bater recorde em 2026

O destaque foi para a produção de grãos

Safra pode bater recorde em 2026

Levantamento indica a expectativa de que a safra alcance o recorde de 353,13 milhões de toneladas na temporada de 2025/26. A pesquisa realizada pela Companhia Nacional de Abastecimento projeta crescimento de 0,3% a mais do que o registrado em 2024/25.

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Estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, que analisou a colheita de janeiro a dezembro de 2025, registrou que, durante o ano, a safra brasileira chegou a 346,1 milhões de toneladas. O destaque foi para a produção de grãos, que mais que dobrou nos últimos 13 anos.

Soja e milho

Para finalizar os resultados, a Companhia Nacional de Abastecimento aguarda a fase final da contagem, que é feita pelo ano-safra, de julho a junho. As expectativas entre as colheitas que mais devem crescer no período de 2025/26 incluem a soja, com alta de e 2,7% e produção de 176,12 milhões de toneladas, favorecida por condições climáticas consideradas positivas, segundo a CNN. Apesar disso, Mato Grosso do Sul e Goiás enfrentam dificuldades no plantio devido ao excesso de chuvas predominantes na região.

Em seguida, a produção de milho foi a que mais apresentou crescimento na área plantada total estimada, com alta de 4% e 22,7 milhões de hectares plantados. Contudo, as safras em toda a região Sul do país foram prejudicadas pelas tempestades e pela instabilidade do tempo.

Safras de verão

As colheitas predominantes do verão já estão próximas à fase de colheita. A previsão da Companhia Nacional de Abastecimento é que nesta safra as colheitas sejam prejudicadas, com queda de 6,3%, bem como diminuição de 1,9% na produção de amendoim.

A previsão de queda também é esperada para o arroz e o feijão, alimentos considerados os principais na mesa dos brasileiros. A safra do arroz pode cair 13,3%, resultado influenciado também pela queda de 9,9% na semeação.

Já o feijão pode ter queda de 3 milhões de toneladas, com resultado 0,5% abaixo da safra anterior. De acordo com o levantamento, a queda foi estimulada pelos baixos preços em 2025.

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