O Tesouro Nacional possui novos títulos prefixados que miram na curva juros mais longa, ou seja, rentabilidade um pouco maior em detrimento da liquidez imediata. Os ativos são a Letra do Tesouro Nacional (LTN) e a Nota do Tesouro Nacional (NTN).
Segundo o Banco Central (BC), a LTN é um título de responsabilidade do Tesouro, emitido para a cobertura de déficit orçamentário do governo. Por ser um ativo prefixado, o investidor já sabe o retorno final antes mesmo de aplicar o dinheiro.
De acordo com a Toro Investimentos, as LTNs também podem ser chamadas de Tesouro Prefixado no programa Tesouro Direto, mas o conceito permanece o mesmo.
Por exemplo, um investidor que deseje investir R$ 1.000 em uma LTN com prazo de 36 meses e rendimento de 16% ao ano, ao final do prazo ele pode resgatar exatamente esse montante.
Por sua vez, a Nota do Tesouro Nacional é um título também emitido para a cobertura de déficit orçamentário. No entanto, é um ativo de rentabilidade pós-fixada, com exceção do NTN da série F (NTN-F).
O pagamento dessa aplicação ocorre semestralmente. De acordo com o Invest News, esse investimento pode ser mais interessante para quem busca rendimentos complementares, por exemplo, pois a NTN-F paga juros a cada semestre, nos meses de janeiro e julho, durante o período de aplicação.
Funciona assim: o investidor aplica um valor no NTN-F e sabe que irá receber um retorno específico prefixado na contratação. Porém, enquanto ele mantiver valores no título, ele receberá juros semestralmente sobre o montante aplicado.
Vale lembrar que essas são opções consideradas seguras e de baixo risco para os investidores, especialmente os iniciantes. Ainda assim, é importante conhecer o perfil do investidor e analisar se o título faz sentido com o objetivo traçado durante o planejamento financeiro.

