A agenda desta quarta-feira (11) é marcada por compromissos no Palácio do Planalto, eventos no setor econômico e possíveis desdobramentos no Supremo Tribunal Federal (STF), além da divulgação de novas pesquisas sobre a corrida presidencial.
O presidente Lula inicia o dia às 9h com reunião com o ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Sidônio Palmeira, e com o secretário de Imprensa da pasta, Laércio Portela. Às 10h, o chefe do Executivo recebe o ministro da Defesa, José Múcio.
Às 11h, Lula participa de cerimônia para anúncio de investimentos voltados à ampliação e modernização de aeroportos administrados pela concessionária Aena. O evento deve destacar aportes em infraestrutura e melhorias na malha aeroportuária. À tarde, às 15h, o presidente se reúne com a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos. Em seguida, às 16h, tem encontro com o secretário especial para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Marcelo Weick.
Na área econômica, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, faz palestra às 9h na CEO Conference Brasil 2026, promovida pelo Banco BTG Pactual, em São Paulo. A participação ocorre em meio às discussões sobre cenário macroeconômico, política monetária e perspectivas para 2026.
No Congresso
No Congresso, o presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, Renan Calheiros, se reúne com o presidente do STF, ministro Edson Fachin, e com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. O encontro deve tratar de questões relacionadas ao Banco Master.
No Judiciário, o STF pode analisar a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF nº 1.183), que questiona a criação, pelo Tribunal de Contas da União (TCU), da Secretaria de Controle Externo de Solução Consensual e Prevenção de Conflitos (SecexConsenso). A ação discute a legalidade e os limites de atuação do novo órgão no âmbito da Corte de Contas.
Também estão previstas para hoje as divulgações de duas pesquisas de opinião sobre a eleição presidencial: os levantamentos Genial/Quaest e Colecta, que devem atualizar o cenário eleitoral e as intenções de voto.

